Número de deslocados em África aumenta drasticamente

Um estudo divulgado esta semana, sobre a situação humanitária em África nos últimos seis meses, reafirma que o aumento dos conflitos violentos e a insegurança alimentar no continente, agravam a crise e obrigam milhares de pessoas a abandonar as suas casas ou a procurar refúgio noutros países.

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Um estudo divulgado esta semana, sobre a situação humanitária em África nos últimos seis meses, reafirma que o aumento dos conflitos violentos e a insegurança alimentar no continente, agravam a crise e obrigam milhares de pessoas a abandonar as suas casas ou a procurar refúgio noutros países.

Um relatório da União Africana sobre a situação humanitária em África, de Julho de 2017 a Janeiro de 2018, revela que a República Democrática do Congo, com 4,1 milhões, detinha, até Outubro de 2017, o número mais alto de deslocados internos. O documento, cujos dados foram fornecidas pelos Estados Membros à Comissão da UA e das Nações Unidas, observa que o aumento de conflitos violentos e tensões intracomunitárias forçou mais de 1,7 milhões de pessoas a fugirem das suas casas (5.500 por dia). A insegurança provocou que 7.7 milhões vivessem numa situação de insegurança alimentar grave.

Por seu lado, na Bacia do Lago Chade, no Sudão do Sul e na Somália os impulsionadores da insegurança alimentar extrema são uma combinação de conflitos e as variações climáticas, havendo até ao final de 2016 5,6 milhões de refugiados e requerentes de asilo e mais de 12 milhões de deslocados internos na região. Entretanto, o documento ressalta que os países africanos continuam a demonstrar níveis exemplares de solidarieda­de, destacando-se os Camarões, o Chade, a RDC, a Etiópia, o Quénia, o Sudão e o Ugan­da que acolhem 4,9 milhões de refugiados. Já na Região Oriental e do Corno de África, no Sudão do Sul cerca de 3,9 milhões ou um terço da população estava deslocada, sendo 1,8 milhões deslocadas internas e cerca de 2,1 milhões nos países vizinhos. O Uganda acolhe a maioria da população refugiada do Sudão do Sul, com 1.035.703 pessoas, seguido pelo Sudão com 454.660 e Etiópia 41.366 de refugiados.

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