Moçambique: Eleitores decidem futuros governantes

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Foto: DR
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Cerca de quatro milhões de eleitores Moçambique, são chamados a escolher os governantes de 53 municípios moçambicanos e os  respectivos membros de assembleias., sendo assim, os resultados provisórios deverão ser conhecidos até está quinta-feira.

Segundo a DW, Em Nacala Porto, a RENAMO deteve dois supostos eleitores ilegais, reporta o CIP. Tinham cartões de identificação com endereços em Mossuril e Nacaça-a-Velha. Esta ONG que defende a transparência lembra que este partido não tem o direito de deter eleitores e muitas eleitores mudaram-se para novos lugares onde se registram para votar.

Numa conferência de imprensa ao meio-dia de hoje, a RENAMO afirmou que a FRELIMO está a trazer eleitores para Nacala de camião, incluindo trabalhadores de saúde.

Por outro lado, os  idosos queixam se de discriminação  nas filas de votação. Contam que as filas são tão longas que não conseguem permanecer de pé muitas horas.  Os mais novos não cedem lugar. Uma delas Joaquina Álvaro, diz ter chegado ao posto de votação da Escola Primária 17 de Setembro em Quelimane às 8 horas locais, mas até às 12 horas não tinha votado.

Eleitores, nos postos de votação de Cololo e Instituto industrial de Quelimane estão assustados com a presença da força de intervenção rápida fortemente equipada. Alguns já pensam em abanandonar temporariamente as filas. No local está também presente a  polícia de proteção civil.

Dois presidentes de assembleias de voto foram presos por distribuir boletins de voto extra aos eleitores, informa o CIP, Centro de Integridade Pública. Os casos aconteceram em Massinga, província de Inhambane, e Ilha de Moçambique, em Nampula. Na Ilha de Moçambique o caso foi descoberto por um delegado da RENAMO.

O presidente da Assembleia de Voto nr. 4 na autarquia de Massinga, província de Inhambane, foi detido poucas horas depois do arranque da votação. O presidente terá entregado três boletins de voto a eleitores que conhecia, denunciaram delegados dos partidos presentes no local, que informaram de imediato a Polícia da República de Moçambique. A PRM e a Comissão Distrital de Eleições confirmaram a detenção ao correspondente da DW Luciano da Conceição.

As grandes enchentes marcaram primeiras horas de votação em todo o país.

O Presidente Filipe Nyusi e candidatos apelam ao voto para combater a abstenção, votação decorre sem grandes incidentes, apesar de atrasos nalguns locais.

 

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