Fundação Arte e Cultura disponibiliza materiais de limpeza para a população em zona de risco no Rocha Pinto

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Foto: Cedida
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A Fundação Arte e Cultura, através do Grupo Mitrelli, disponibilizou em Luanda, no dia 16 de Abril, equipamento e materiais de limpeza para a população que vive adjacente às valas de escoamento das águas da chuva e que se encontravam com grandes quantidades de resíduos sólidos acumulados.

O gesto decorreu no âmbito do Dia das Boas Acções, um movimento global que abrange milhões de voluntários em mais de 100 países em todo o mundo e no qual Angola participa pela primeira vez,  tornando-se no 23º país africano a  aderir ao movimento, através da Fundação Arte e Cultura e da TheBridgeGlobal.

Da lista de equipamentos doados constam mais de 30 carros de mão e dezenas de pás, ancinhos e vassouras, equipamento que será complementado com contentores que deverão ser instalados pela empresa de recolha de resíduos Queiroz Galvão.

“A partir de agora, e depois da campanha de limpeza que aqui foi feita hoje, estão criadas as condições para que esta zona se mantenha limpa”, disse o director de Comunicação e Imagem do Grupo Mitrelli, Fernando Ferreira, acrescentando que “todo este material irá ficar na administração do bairro para ser utilizado na recolha de lixo que poderá ser colocado nos contentores metálicos que serão colocados pela  Queirós Galvão.”

De acordo com aquele responsável, “quando se pensa em fazer um projecto de responsabilidade social tem de se envolver as pessoas, tem de se pensar na comunidade e nas suas reais necessidades e anseios e, nessa perspectiva, as empresas deveriam ter programas responsabilidade social a sério”. “É preciso que as empresas dêem o seu melhor”, salientou.

No nosso caso, referiu “os trabalhadores do Grupo Mitrelli e da Fundação Arte e Cultura, deixaram os escritórios e, num dia de trabalho, estiveram no terreno a participar num projecto de limpeza, numa iniciativa de solidariedade comunitária, que visa melhorar as condições de vida das pessoas”, enfatizou.

Para o segundo coordenador do sector I Capipa, Aureliano da Costa, a oferta do material vai dar um grande impulso aos futuros trabalhos de limpeza no bairro. “A dificuldade aqui no bairro era mesmo a falta de material, de hoje em diante passaremos a fazer campanhas de limpeza divididas em quarteirões e assim vamos conseguir limpar o bairro”.

“Não vai ser fácil colocar os contentores de lixo ao longo das valas, mas temos alguns locais onde isso será possível, onde há espaço dará colocar contentores”, assegurou.

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