Estudantes narram experiência dos dois meses sem aulas

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Foto: DR
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Por: Ivanine Silva

Estudantes angolanos, de diversos académicos, desde o Ensino Primário ao Ensino Superior, partilharam, nesta quarta-feira, em entrevista ao Notícias de Angola, as suas experiências durante os dois meses sem aulas.

As escolas, instituições também abrangidas pelo decreto de Estado de Emergência, já têm as portas fechadas há dois meses (61 dias), uma vez que o último dia de aulas que se tem registo até ao momento, foi o dia 20 de Março.

Com o encerramento das escolas, milhares de estudantes e professores, desde o Ensino primário ao Ensino Superior, por todo o país, viram-se obrigados a readaptarem as suas rotinas e o modo de vida, tendo que encontrar novos passatempos, actividades diárias e mais importante, maneiras de continuarem integrados dentro do espírito académico e estudantil.

Mais adaptados a nova forma de viver, em que forma mais usual e aconselhável para manter a comunicação com familiares, amigos e colegas, estudantes e professor, narraram ao Notícias de Angola, qual tem sido a sua rotina, principais passatempos e como têm conseguido manter o foco e a boa disposição nesta altura difícil para todos.

Edvânio Neto, estudante do I ciclo, revelou que para manter o nível de aprendizagem, tem cumprido com todas as orientações e tarefas deixadas pelos professores antes da paralisação das aulas. Por outro lado, o estudante referiu que tem acompanhado as tele-aulas da TPA, o que segundo o mesmo, tem ajudado na recapitulação das matérias escolares.

Já a estudante do Ensino Médio, na área da Saúde, Júlia Maria, tem mantido o contacto com os professores e colegas, através das redes sociais, onde têm interagido e debatido diversos temas que compõem o programa anual das diversas cadeiras que estuda.

“O mais difícil tem sido mesmo ficar em casa sem poder sair, apesar disso tenho aproveitado todo tempo que tenho disponível para investigar, ler e manter-me informada sobre a pandemia no mundo inteiro”, explicou.

O estudante do Ensino Superior, Julião Ndongo, apontou que apesar não ter acesso a qualquer aula, tem conseguido manter o contacto com os seus colegas, fazendo recurso às redes sociais, onde têm discutido vários temas, já que tiveram acesso ao conteúdo programático do ano académico em curso.

Também confinado em casa, o professor, Lude Queiroz, assinalou que tem aproveitado o tempo disponível para aperfeiçoar os seus conhecimentos e dar continuidade à preparação das aulas previstas para este ano.

“Digo que neste período aproximei-me mais da família, passamos mais tempo juntos e passei a conhecer muitas coisas que desconhecia sobre o meu filho”, indagou.

As aulas no país, estão paralisadas desde o mês de Março, como forma de evitar o avanço desenfreado da covid-19 no país,que já regista mais de 20 casos de contágio local.

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